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Alienação e contingência (020)
Autor(es): Franz Josef Brüzeke
Ano: 1994
Resumo: O presente artigo discute os conceitos de alienação e contingência. O primeiro pode ser entendido como manifestação da anomia no nível individual; o sentimento da anomia provoca o que Camus chamou o sentimento do absurdo; o ato decisivo de Sartre reconstrói de forma arbitrária o sentido da ação social, tentativa que é condenada de antemão ao fracasso, pois o sentido é sempre sintético. O segundo, também chamado de leitura corretiva, interpreta a concretização do absoluto. O absoluto para se manifestar como infinito necessita do finito. O eu finito e o ato da definição do absoluto como ser finitizam o absoluto. Assim, desde o seu ponto de partida, a dialética contém um elemento de contingência e a possibilidade da liberdade está resgatada. Necessidade e contingência permeiam todas as sínteses parciais do processo dialético.
Palavras-chave: Alienação. Contingência. Dialética.
Abstract:

O presente artigo discute os conceitos de alienação e contingência. O primeiro pode ser entendido como manifestação da anomia no nível individual; o sentimento da anomia provoca o que Camus chamou o sentimento do absurdo; o ato decisivo de Sartre reconstrói de forma arbitrária o sentido da ação social, tentativa que é condenada de antemão ao fracasso, pois o sentido é sempre sintético. O segundo, também chamado de leitura corretiva, interpreta a concretização do absoluto. O absoluto para se manifestar como infinito necessita do finito. O eu finito e o ato da definição do absoluto como ser finitizam o absoluto. Assim, desde o seu ponto de partida, a dialética contém um elemento de contingência e a possibilidade da liberdade está resgatada. Necessidade e contingência permeiam todas as sínteses parciais do processo dialético.

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