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Mudanças organizacionais na reforma do Estado do Pará: a experiência do Poder Executivo – 1995-2005 (194)
Autor(es): Milton Cordeiro Farias Filho
Ano: 2006
Resumo: O paper trata das mudanças planejadas e executadas nas organizações do Poder Executivo do Estado do Pará de 1995 a 2005 e que se situa no âmbito da reforma do Estado no Brasil. A partir da literatura sobre o tema indaga, como questionamento central, quais os motivos que levaram os agentes da “reforma” a planejá-la e implementá-la e quais entraves endógenos foram encontrados pelos reformadores das organizações pesquisadas. Tem como objetivo apresentar os motivos que levaram os governos a promoverem a chamada “Reforma do Estado” no Pará e demonstrar os obstáculos encontrados, a partir da percepção dos agentes internos e definir o tipo de organização resultante do processo reformista. A abordagem tem como base a teoria organizacional, com enfoque nas mudanças institucionais. A metodologia é quanti-qualitativa tendo como técnica de coleta de dados uma sondagem de opinião do tipo survey com servidores e gestores de 20 organizações sediadas na cidade de Belém. Foram aplicados 1.226 questionários fechados com servidores e 99 questionários semi-abertos com gestores, além de entrevistas com pessoas que ocupam cargos no segundo e terceiro escalão do governo. A base analítica empírica contou com o apoio de documentos governamentais e relatórios de pesquisa, bem como matérias jornalísticas da imprensa local. Como conclusão principal defende que as organizações que passaram por mudanças não alcançaram os objetivos dos reformadores de implantar um modelo gerencial de gestão porque os governos não levaram em conta as subjetividades inerentes às organizações.
Palavras-chave: Reforma do Estado. Organizações. Poder Executivo. Burocracia. Modernização. Modelo gerencial. Gestão pública. Estado do Pará.
Abstract:

O paper trata das mudanças planejadas e executadas nas organizações do Poder Executivo do Estado do Pará de 1995 a 2005 e que se situa no âmbito da reforma do Estado no Brasil. A partir da literatura sobre o tema indaga, como questionamento central, quais os motivos que levaram os agentes da “reforma” a planejá-la e implementá-la e quais entraves endógenos foram encontrados pelos reformadores das organizações pesquisadas. Tem como objetivo apresentar os motivos que levaram os governos a promoverem a chamada “Reforma do Estado” no Pará e demonstrar os obstáculos encontrados, a partir da percepção dos agentes internos e definir o tipo de organização resultante do processo reformista. A abordagem tem como base a teoria organizacional, com enfoque nas mudanças institucionais. A metodologia é quanti-qualitativa tendo como técnica de coleta de dados uma sondagem de opinião do tipo survey com servidores e gestores de 20 organizações sediadas na cidade de Belém. Foram aplicados 1.226 questionários fechados com servidores e 99 questionários semi-abertos com gestores, além de entrevistas com pessoas que ocupam cargos no segundo e terceiro escalão do governo. A base analítica empírica contou com o apoio de documentos governamentais e relatórios de pesquisa, bem como matérias jornalísticas da imprensa local. Como conclusão principal defende que as organizações que passaram por mudanças não alcançaram os objetivos dos reformadores de implantar um modelo gerencial de gestão porque os governos não levaram em conta as subjetividades inerentes às organizações.

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