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Clipping de Tese de alunos NAEA

Clipping  com resumo de trabalhos publicados em Portais da Internet por alunos do NAEA

Cidade Sustentável: uma análise legal sobre o tema e o estudo de caso na cidade de Belém, Pará. Ttrabalho de: Juliana Lira da Silva e Cunha – Publicada na Revista Âmbito Jurídico do Portal Jurídico na Internet – Rio Grande,

            Em resumo, a tese mostra que o modelo das cidades no mundo atual se mostra incoerente com o ideal de qualidade de vida insculpido nos delineamentos do modelo de cidade sustentável, gerando a necessidade de se obter um planejamento urbano, com uma gestão participativa da cidade pelos seus munícipes. Para tal, importante se seguir as leis e os programas destinados a alcançar uma efetiva função social da propriedade, com fito de se alcançar uma equilibrada justiça social a fim de que se promova uma real mudança local. Em alusão a esse anseio, o Projeto Portal da Amazônia vem para incorporar uma população de baixa renda, no caso, da orla da Estrada Nova, em Belém, aos serviços e aos equipamentos públicos que até então lhe eram carentes, propiciando, por conseguinte, a implementação das diretrizes da cidade sustentável a esse nicho[1].

            A tese introduz um estudo que gira em torno de se evidenciar quais os padrões criados com o Projeto Portal da Amazônia, na Orla da Estrada Nova, no Município de Belém, no delineamento da criação de uma cidade sustentável. O problema está em enfocar se o Projeto Portal da Amazônia vem garantir uma cidade sustentável, com a implementação da função social da propriedade, na região da Orla do Guamá, na cidade de Belém.

            E o estudo serve para demonstrar que se pode produzir uma sociedade sustentável, por meio de um projeto que abrange um bairro populoso de Belém,  viabilizando a essa população uma melhoria na sua qualidade de vida na população residente, abrangendo os aspectos paisagísticos, viários, de lazer, de recreação e de turismo, de drenagem, de saúde, de regularização fundiária e de atividades econômicas.

     Assim, o desenvolvimento sustentável é uma forma de desenvolvimento que pressupõe uma atitude de viver e de agir, cujo intento da produção e do consumo é proporcionar o bem-estar da maioria da população, provocando um impacto menor no  meio ambiente, por meio de novas formas de conhecimento no enfoque da relação homem/natureza. Desta forma, extraem-se seis metas para que se observe efetivamente o desenvolvimento sustentável:

  “1. A satisfação das necessidades básicas da população (educação, alimentação, saúde, lazer, etc);

2. A solidariedade para com as gerações futuras (preservar o meio ambiente para que elas tenham chance de viver);

3. A participação da população envolvida (todos devem se conscientizar da necessidade de conservar o ambiente e fazer cada um parte que lhe cabe para tal);

4. A preservação dos recursos naturais (água, oxigênio, etc);

5. A elaboração de um sistema social garantindo emprego, segurança social e respeito a outras culturas (erradicação da miséria, do preconceito e do massacre de populações oprimidas, como por exemplo, os índios);

6. A efetivação dos programas educativos”. (RIBEIRO, 2003, p. 49).

           E mais na Agenda 21, além de enfocar os aspectos da preservação e da conservação da natureza, considera também, dentre outras, as:

            “questões estratégicas ligadas à geração de emprego e renda, diminuição das disparidades regionais e interpessoais de renda, mudança nos padrões de produção e consumo, construção de ambientes sustentáveis e adoção de novos modelos e instrumentos de gestão”. (COSTA, 2003, p.16)

            Analisando esse ambiente sustentável, remete-se ao planejamento das cidades sustentáveis, ponderando-se: o equilíbrio entre o ambiente construído e o ambiente não-construído, entre o homem e a natureza; a consciência ecológica e a importância dos sistemas naturais; visão holística, em que todos os sistemas devem ser vistos de forma integrada; a simbiose que sugere a complementação e manutenção

                 No caso do Projeto Portal da Amazônia, há a tentativa de se implementar uma cidade com todos os aspectos sustentáveis descritos, com vistas a edificar na área da Orla do Guamá uma melhoria na qualidade de vida dos munícipes.

            Sobre esse enfoque, o presente trabalho explana que o Projeto Portal da Amazônia faz levantar a questão de que se pode encontrar uma incorporação efetivamente social, a um espaço com população preponderantemente de baixa renda, no caso, a orla da Estrada Nova, em Belém, dando à realidade local, acesso a serviços e equipamentos públicos que eram carentes até poucos anos, como a mudança paisagística, a presença de uma rede viária satisfatória, uma área de lazer aos munícipes, a rede de drenagem, a saúde, a regularização fundiária e de atividades econômicas, tudo para garantir a qualidade habitacional da população residente.

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 Material enviado a CCDC/NAEA através do “Alerta do Google Acadêmico” -  Tese: [ naea/ufpa ] [HTML] Cidade Sustentável: uma análise legal sobre o tema e o estudo de caso na cidade de Belém, Pará A Culturais, ÍG de Notícias

“Cidade Sustentável: uma análise legal sobre o tema e o estudo de caso na cidade de Belém, Pará”  -  Juliana Lira da Silva e Cunha – Publicada Revista Âmbito Jurídico  do  no Portal jurídico na Internet – Rio Grande, 23/08/2013 – (Âmbito Jurídico.com.br) - (ABAT).

Referencia: CUNHA, Juliana Lira da Silva e. Cidade Sustentável: uma análise legal sobre o tema e o estudo de caso na cidade de Belém, Pará. In: Âmbito Jurídico, Rio Grande, XV, n. 105, out 2012. Disponível em: . Acesso em ago 2013

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Transpondo Muros, Construindo Relações: Uma Reflexão Sobre Bibliotecas Universitárias e Extensão no Brasil.

Rubens da Silva Ferreira - [1] M.Sc. em Planejamento do Desenvolvimento (NAEA/UFPA). Esp. em Biblioteca Universitária (CSE/UFPA).

            O trabalho resume a discussão sobre algumas ações de extensão das bibliotecas universitárias direcionadas à comunidade externa aos campi. Objetiva refletir sobre a extensão realizada por bibliotecas universitárias no Brasil. Utiliza a pesquisa bibliográfica para a coleta de evidências. Mostra que as bibliotecas universitárias brasileiras têm assumido o papel de agentes em iniciativas de extensão, embora essa ainda seja uma realidade incipiente. Verifica que tais experiências têm privilegiado as ações voltadas para fortalecer o hábito de leitura. Coloca o letramento informacional como outra possibilidade de intervenção bibliotecária. Como conclusão, enfatiza que as bibliotecas universitárias podem mudar o modo como se relacionam com a sociedade por meio da extensão.

             Para introduzir o leitor no assunto é necessário compreender as mudanças pelas quais têm passado a relação entre biblioteca e sociedade desde a segunda metade do século XX implica olhar o processo pelo qual as unidades de informação surgiram na história da humanidade e, também, identificar os sujeitos e/ou grupos sociais aos quais serviam. Assim, em sua gênese, a instituição biblioteca foi construída na Antiguidade para atender os interesses da realeza, quer do ponto de vista administrativo, religioso, científico, econômico, político e cultural. Na passagem para a Idade Média, o dogmatismo da Igreja 23/08/2013 – (Âmbito Jurídico.com.br) - (ABAT).

            Católica Apostólica Romana não alterou a relação biblioteca/sociedade, de modo que o acesso aos conteúdos informacionais ainda permanecia resignado a um segmento social que se aproximava dos pergaminhos e dos códices ao optar pela formação nas universitas. Estas, aliás, instituições que deram origem às universidades e às bibliotecas universitárias modernas, oferecendo um acervo mínimo aos estudantes, composto em essência por obras teológicas e filosóficas, o que posteriormente seria alterado pelo aperfeiçoamento da imprensa no século XV.

            Nesta perspectiva, ao se levar em consideração a trajetória histórica das bibliotecas universitárias, entende-se que as práticas informacionais têm privilegiado o compromisso com a comunidade acadêmica. As evidências desta escolha são perceptíveis pelos produtos e serviços informacionais orientados para docentes, discentes e pesquisadores, como se as bibliotecas universitárias não fossem sensíveis à comunidade do seu entorno. Assim, partindo desse pressuposto, o trabalho busca refletir sobre os caminhos possíveis para uma ação cidadã das bibliotecas vinculadas às universidades brasileiras, procurando responder às questões: quais são as possibilidades que se abrem para as bibliotecas universitárias no século XXI, em direção à construção de uma relação com a sociedade? Como pensar a extensão universitária com uma participação mais ativa das bibliotecas? Na busca de respostas a tais questionamentos, há que se verificarem as evidências tanto na literatura científica quanto nas experiências de aproximação entre bibliotecas universitárias e comunidades.

            Como se procurou mostrar na perspectiva das bibliotecas universitárias, uma estratégia possível na aproximação com a sociedade é dada por meio da extensão. Contudo, acredita-se que um dos principais motivos que durante décadas tornaram (os) (as) bibliotecários(as) invisibilizados(as) nas ações extensionistas reside em uma inserção periférica, institucionalmente expressa pelo discurso universitário da biblioteca como simples elemento de “apoio”. Felizmente a difusão de um discurso acadêmico orientado para a cidadania tem contribuído para a mudança de mentalidade e estimulado iniciativas que, embora incipientes, já apontam para os esforços na construção de relações mais próximas com as comunidades que vivem além dos muros das IES.

            Neste ponto, as experiências em execução ou em vias de se tornarem reais são fundamentais não somente para ampliar a compreensão social do que é a biblioteca universitária e de quem é o profissional bibliotecário. Para além da construção de uma imagem positiva, os projetos de extensão também viabilizam formas de ação mais direcionadas às necessidades sociais de informação dos segmentos populares da sociedade. São empreendimentos desse tipo que permitem situar os(as) bibliotecários(as) como agentes de intervenção numa realidade nacional ainda tão desigual em termos de oportunidades de acesso às TIC, de educação de qualidade, de ampliação do conhecimento e de condições mínimas para uma vida mais cidadã para homens, mulheres e crianças.

Serviços:

Rubens da Silva Ferreira - [1] M.Sc. em Planejamento do Desenvolvimento (NAEA/UFPA). Esp. em Biblioteca Universitária (CSE/UFPA). Bacharel em Biblioteconomia (CSE/UFPA). Docente e pesquisador da Faculdade de Biblioteconomia. (FABIB/ICSA/UFPA). Vice-Diretor da FABIB/ICSA/UFPA.

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Texto organizado por: Cristina Pinheiro - Coordenação de Comunicação e Difusão Cientifica Núcleo de Altos Estudos Amazônicos - CCDC/NAEA da Universidade Federal do Pará/UFPA - Rua Augusto Corrêa, 01 – Guamá. CEP 66075-110 - Setor Profissional - telefone 3201-8521 -   comunicacao_naea@ufpa.br, comunicação.naea@gmail.com - Site do NAEA:http://www.ufpa.br/naea/novosite/

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