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Lançamentos do Naea foram destaque na Feira Pan-Amazônica do Livro

 

Mais de 300 mil pessoas visitaram a 10ª Feira Pan-Amazônica do Livro, entre os dias 15 e 24 de setembro, no Centro de Convenções Júlio César, em Belém. Um dos 109 estandes do evento foi usado pelo Núcleo de Altos Estudos Amazônicos compartilhado com a Associação das Universidades da Amazônia – UNAMAZ e escritores do Equador. Uma oportunidade para divulgar as obras publicadas pela editora do NAEA que contou ainda com uma extensa programação.

No dia 16 de setembro, o Prof. Dr. Armando Mendes foi o convidado do Café das Letras e lançou a 3ª edição do livro ‘A invenção da Amazônia - alinhavos para uma história de futuro’ (1974). O Café ficou sob a coordenação da Prof. Dra. Edna Castro, e teve ainda a participação do Prof. Jean Hebette. Referência internacional em estudos sobre a Amazônia, o pesquisador falou sobre a importância do desenvolvimento sustentável da região. “Ainda temos uma pauta baseada na extração mineral, mas vejo mudanças como os Arranjos Produtivos Locais”, disse ele, argumentando que um dos principais entraves é a falta de diversificação da produção.

Durante a Feira, o NAEA também lançou outras obras, como ‘Comunicação e Meio Ambiente – A análise das campanhas de prevenção a incêndios florestais na Amazônia’, da Prof. Dra. Luciana Miranda Costa. Contemplado com o Prêmio NAEA, o trabalho trata das formas de mobilização, contra queimadas e desmatamentos, feitas através de materiais pedagógicos e meios de comunicação. No dia 21, foi a vez do lançamento da Unamaz ‘Meandros da História: Trabalho e poder no Grão -Pará e Maranhão séculos XVIII e XIX’, organizado por Mauro Cezar Coelho, Flávio dos Santos Gomes, Jonas Marçal de Queiroz, Rosa Elizabeth Acevedo Marin e Geraldo Prado.

 

‘Inovação Tecnológica para a Sustentabilidade da Agricultura Familiar na Amazônia’, de Francisco Assis Costa, Thomas Hutienne e Claúdia Kahwage, foi um dos lançamentos do dia 23 de setembro, com um coquetel, no estande do NAEA. Gilson da Silva Costa também lançou o seu premiado ‘Desenvolvimento Rural Sustentável com Base no Paradigma da Agroecologia’. Ana Laura dos Santos Sena encerrou a boa safra de lançamentos, no último dia da feira, apresentando o seu ‘Trabalho e Trabalhadores da Pesca Industrial: Face à metamorfose do Capital’.

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Seminário sobre Populações e Meio Ambiente também implanta Cátedra UNESCO na UFPA

 

Estiveram reunidos, em Belém, membros de oito países da América do Sul e Guiana Francesa que compartilham a Amazônia, para definir os rumos dos estudos das características sócio-demográficas da região, durante o s Seminário Internacional ‘População e Meio Ambiente na Pan-Amazônia’. O evento aconteceu entre os dias 14 e 16 de setembro e foi organizado pelo Projeto Meio Ambiente, População e Desenvolvimento da Amazônia – MAPAZ, sob a coordenação do Prof. Dr. Luis Aragón, no Núcleo de Altos Estudos Amazônicos da Universidade Federal do Pará (NAEA/UFPA).

A presentar e debater as problemáticas específicas d a relação entre população e meio ambiente foi o principal objetivo do seminário. O evento foi uma oportunidade para consolidar a cooperação científica entre os países amazônicos, dentro da proposta do Projeto Mapaz, na realiza ção de estudos sobre a dinâmica populacional da Pan-Amazônia, levando em considera ção aspectos como a distribuição espacial, a composição demográfica, os padrões migratórios, assim como o ritmo de crescimento e as condições socioeconômicas. Pesquisadores de todos os países amazônicos e da Guiana Francesa participam do projeto e tentam identificar as relações entre essa dinâmica e mudanças ambientais, e as suas implicações para formulação de políticas de desenvolvimento regional.

As expansões da agricultura e pecuária, da migração e das fronteiras urbanas da Amazônia boliviana; as implicações da exploração petroleira no Equador; as variações de linhas de costa nas Guianas estiveram entre os temas abordados. Também foram abertas várias discussões v oltad as especificamente para a Amazônia brasileira. A Prof. Dra. Ligia Simonian, por exemplo, explanou sobre as tendências do uso dos recursos naturais de maneira sustentável pelas populações tradicionais. A importância dos recursos hídricos e minerais esteve na pauta de discussão, assim como a preocupação com os desmatamentos e a organização fundiária na Amazônia; e a contaminação por mercúrio e doenças tropicais. O resultado das discussões apresentadas será uma publicação prevista para o primeiro semestre de 2007.


Durante a programação , foi assinado um convênio entre a UFPA e a UNESCO para a implementação da Cátedra UNESCO “Cooperação Sul-Sul para o Desenvolvimento Sustentável”. A Cátedra deve funcionar, no pr édio do NAEA, interliga ndo diferentes disciplinas científicas a fim de promove r a formulação de políticas de desenvolvimento sustentável, através da articulação entre pesquisa, treinamento e capacitação intensiva de tomadores de decisão e especialistas, e documentaçã o e informação de atividades.

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Alunos da Especialização em Cooperativas viajam ao Centro-Sul

 

Vinte alunos foram ao sudeste e sul do país para pesquisar sobre centrais de cooperativas de crédito no Brasil, como atividade integrante do curso Especialização em Desenvolvimento Regional e Gestão em Cooperativas de Crédito na Amazônia. Divididos em doze grupos de pesquisa, eles passaram por Bebedouro – SP; participaram do VI Concred – Congresso Nacional das Cooperativas de Crédito, em Blumenau – SC; seguiram para Florianópolis – SC e Nova Petrópolis – RS.

Cada grupo ficou responsável por parte dos seguintes temas sobre as centrais e filiadas: a) câmaras apresentadas no congresso; b) instituições visitadas durante a viagem; c) cooperativas de Belém filiadas à Central de Cooperativas de Crédito do Pará – SICOOB – Central Amazônia. Eles fizeram relatórios, analisando cada situação para discussão em sala de aula.

O curso começou em abril deste ano, com o objetivo de formar profissionais que alcancem uma compreensão aprofundada sobre a realidade amazônica, a gestão e o papel das cooperativas de crédito enquanto instrumentos do desenvolvimento. Uma parceria entre o NAEA e a SICOOB feita com o intuito de capacitar técnicos, sócios e gestores de cooperativas de crédito para a concepção, elaboração e execução de programas projetos e ações.

Os alunos estão no segundo módulo do curso e vão ter aulas de professores de instituições de outros estados brasileiros. A previsão de término do curso é 30 de maio de 2007.

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Mercado da solidariedade na Amazônia é tema de curso de extensão

 

Formado em Economia do Desenvolvimento pela Universidade Paris I, Pantheon-Sorbonne, e fazendo pós-doutorado na Universidade Federal do Rio de Janeiro o Dr. Benjamin Buclet ministrou no período de 18 a 22 de setembro no Núcleo de Altos Estudos Amazônicos o curso de extensão “ONG's e cooperação internacional na Amazônia: o mercado da solidariedade.”

O curso voltado para estudantes e profissionais desta área, abordou temas como desenvolvimento, a construção social das organizações não governamentais brasileiras e o seu campo de ação e uma abordagem que mostra a partir de uma ação das ONGs em rede de uma nova governança pan-amazônica.

Para o Prof. Dr. Benjamin pode-se falar em um mercado da solidariedade em que diversos atores sociais interagem no sentido do desenvolvimento sustentável.

“O que chamo de mercado da solidariedade é o espaço de concorrência onde uma grande variedade de atores sociais (agências de desenvolvimento, ONGs, instituições públicas, organizações internacionais, igrejas, políticos, sindicatos, etc.) competem, em nome da solidariedade, para manter o seu posicionamento ou ganhar espaço e credibilidade - em outros termos, poder.”

Por outro lado, o professor nos diz que usar esta expressão, não significa amenizar a importância da solidariedade entre os homens da nem o mérito das pessoas que trabalham no setor do desenvolvimento e procuram, através das suas atividades profissionais, melhorar as condições de vida dos desfavorecidos ou conservar o meio ambiente. "Pelo contrario, o meu objetivo é trazer um conhecimento que permita melhorar o entendimento da complexidade da nossa sociedade, e das atividades ligadas à solidariedade em particular, e assim aperfeiçoar a organização social", explica. A associação da palavra "mercado" com "solidariedade" tem um efeito provocador que me parece apropriado para despertar a reflexão sobre este universo da cooperação internacional, mas também nacional e local.

"Eu poderia usar o conceito de campo, de Pierre Bourdieu, que é mais ou menos equivalente" argumenta Buclet. A idéia é analisar as dinâmicas sociais que existem, além do senso comum. Esse mercado funciona como qualquer mercado. Existem regras, implícitas e explicitas, atores dominantes e atores dominados, e lutas. Neste mercado, como em qualquer mercado, se compram e se vendem produtos (projetos, conceitos, programas, metodologias de ação, etc.) e a informação tem uma importância fundamental.

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Entrevista: Prof. Dr. Benjamin Buclet

 

Aproveitamos a passagem do Prof. Dr. Benjamin Buclet, por Belém, quando ministrou o curso de extensão "ONG's e Cooperação Internacional na Amazônia: o mercado da solidariedade", para entrevistá-lo. Ele falou sobre o assunto com mais detalhes à Folha do NAEA. Confira:

FN. Como é possível pensar em desenvolvimento sustentável na Amazônia num ambiente de extrema competição capitalista pelos produtos da floresta?

BB. Infelizmente, o ambiente de extrema competição capitalista não é o próprio da região amazônica. Se não é possível de se pensar em desenvolvimento sustentável na Amazônia, então devemos, uma vez por todas, invalidar o conceito de desenvolvimento sustentável. Numerosos acadêmicos avançam a inviabilidade deste conceito já há muito tempo. No entanto, o fato é que todas as agências de desenvolvimento, nacionais e internacionais, todas as ONGs, muitas grandes empresas e numerosas análises dos processos de desenvolvimento continuam dando crédito à idéia de um crescimento econômico sem destruição em longo prazo. Várias são as iniciativas micro locais que mostram que o desenvolvimento sustentável é possível. Poucas são as experiências em escala regional. Ainda menos em escala nacional ou global. Porém, acho que o desafio é nesta mudança de escala, e por isso continuo convencido que o papel do Estado (digo bem Estado, e não governo) é fundamental para se pensar em desenvolvimento sustentável na Amazônia.

FN. Existe um limite entre o espaço social e internacional e como se dá este diálogo?

BB. O processo de globalização, combinado com as atuais facilidades tecnológicas de comunicação e de difusão da informação, tem um efeito sem precedente sobre a internacionalização dos espaços sociais locais. Para os que têm acesso a Internet, que são cada vez mais numerosos apesar da ainda grande exclusão digital - em particular na região amazônica, esta evolução possibilita um diálogo entre o espaço local e global. Vejo neste diálogo dois efeitos importantes: de um lado, o fortalecimento das identidades locais e a possibilidade para cada um de expressar-se politicamente e publicamente; do outro, uma tendência à homogeneização das culturas, tudo mundo tendo acesso aos mesmos canais de informação, onde os atores dominantes conseguem promover os seus valores e normas, que se espalham até os lugares mais alheios. Estes efeitos podem parecer contraditório. Eu prefiro ver neste processo uma chance para as nossas gerações de aproveitar da diversidade cultural, sem necessariamente perder as nossas especificidades identitárias. Porém, é necessário cuidar de preservar as riquezas locais, os conhecimentos tradicionais, as tradições e todos os elementos culturais que resultam de séculos de história das nossas sociedades. Daí a importância de uma organização coletiva, e do Estado em primeiro lugar, para cuidar disso.

FN. Considerando a grande importância que se tem dado a responsabilidade social existe uma separação entre as ações da empresa e o marketing social?

BB.Tenho dificuldades para me posicionar sobre este assunto. De um lado, me parece claro que as empresas têm uma grande responsabilidade social e que elas devem integrar nos seus planos estratégicos o componente humano. Porém, a história mostrou os limites do paternalismo empresarial: em situação de crise, a prioridade não deixa de ser a maximização do lucro. No livro de Polanyi (a grande transformação), está bem descrito como, a través de um processo espontâneo, as sociedades ocidentais procuraram tirar das mãos das empresas estas responsabilidades, com a instauração do Estado de direito, encarregado da gestão social. Além disso, vejo no conceito mesmo de "marketing social" uma contradição importante entre as duas palavras: que as empresas empreendam ações sociais com a finalidade de melhorar a sua imagem, e assim ganhar espaço no seu segmento de mercado é uma coisa. Imaginar que atividades ligadas ao marketing tenham como finalidades últimas objetivos sociais não faz sentido. O marketing tem a finalidade de aumentar o lucro e o posicionamento das empresas no seu segmento de mercado. Na mesma veia, e para ilustrar este ponto, existem estudos sociológicos muito bem feitos que mostram que a filantropia dos milionários americanos não tem outro objetivo que a reprodução do capital.

FN. O que é e como funciona o mercado da solidariedade?

BB.O que chamo de mercado da solidariedade é o espaço de concorrência onde uma grande variedade de atores sociais (agências de desenvolvimento, ONGs, instituições públicas, organizações internacionais, igrejas, políticos, sindicatos, etc.) competem, em nome da solidariedade, para manter o seu posicionamento ou ganhar espaço e credibilidade - em outros termos, poder. Com esta expressão, não procuro amenizar a importância da solidariedade entre os homens nem o mérito das pessoas que trabalham no setor do desenvolvimento e procuram, a través das suas atividades profissionais, melhorar as condições de vida dos desfavorecidos ou conservar o meio ambiente. Pelo contrario, o meu objetivo é trazer um conhecimento que permita melhorar o entendimento da complexidade da nossa sociedade, e das atividades ligadas à solidariedade em particular, e assim aperfeiçoar a organização social. A associação da palavra "mercado" com "solidariedade" tem um efeito provocador que me parece apropriado para despertar a reflexão sobre este universo da cooperação internacional, mas também nacional e local. Eu poderia usar o conceito de campo, de Pierre Bourdieu, que é mais ou menos equivalente. A idéia é analisar as dinâmicas sociais que existem, além do senso comum. Esse mercado funciona como qualquer mercado. Existem regras, implícitas e explicitas, atores dominantes e atores dominados, e lutas. Neste mercado, como em qualquer mercado, se compram e se vendem produtos (projetos, conceitos, programas, metodologias de ação, etc.) e a informação tem uma importância fundamental.

FN. O que o senhor está chamando de uma nova governança pan-amazônica?

BB. Na análise sociológica, o conceito de governança, sem deixar de ser polêmico, é interessante porque inclui a variedade dos atores sociais participando no conjunto de mecanismos definidos para gerenciar as questões econômicas, sociais, políticas em um determinado espaço. No caso da Amazônia, observam-se várias iniciativas de integração regional, ou continental, tanto por parte dos poderes públicos, com a Organização do Tratado de Cooperação Amazônica (OTCA), ou a Iniciativa para a Integração da Infra-estrutura Regional Sul-Americana (IIRSA), quanto por parte da Sociedade Civil, a través de numerosas redes de ONGs atuando em escala panamazônica. Na verdade, eu coloco uma questão, a respeito destas iniciativas: será que elas constituem uma nova forma de governança na Amazônia, que tomaria conta da escala continental da floresta amazônica, deixando no segundo plano os limites definidos pelas fronteiras nacionais? Quais são as conseqüências dessa mudança de escala para a gestão das questões ambientais? Para o crescimento econômico? E para soberania nacional?

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Agenda

 

Dia 29/09, 09h00 – Mini-auditório
- Tese: A Proteção Jurídica dos Conhecimentos Tradicionais Associados à Biodiversidade: entre a garantia do direito e a efetividade das Políticas Públicas
- Doutoranda: Eliane Cristina Pinto Moreira
- Orientadora: Profª. Drª. Edna Maria Ramos de Castro
Banca: Profª. Drª.Oriana Trindade de Almeida, Prof. Dr. Thomas Peter Hurtienne, Prof. Dr. José Heder Benatti e Prof. Dr. Alfredo Wagner Berno de Almeida

Dia 22/09, 15h00 - Sala 11/NAEA
- Monografia: As Reações do Poder Público e Midiático na Repercussão do Assassinato de Dorothy Stang
- Aluna: Alinne Kellen Monteiro Passos Lobato
- Orientadora: Profa. Dra. Rosa Elizabeth Acevedo Marin
- Banca: Prof. Dr. Manuel José Sena Dutra - CLA/UFPA e Profa. M. Sc. Neusa Gonzaga de Santana Pressler - UNAMA

Dia 06/09, 08h30 - Sala 03/CFCH
- Monografia: Desenvolvimento, Cidades e Urbanização: Uma visão contemporânea sob o paradigma da sustentabilidade, face à globalização: o caso de Belém (PA) no Brasil
- Aluno: Pedro Holanda Maia
- Orientador: Prof. M. Sc. Gilson da Silva Costa
- Banca: M. Sc. Wanderlino Demétrio de Andrade e Prof. M. Sc. João Simões Cardoso

Dia 04/09,  09h00 - Mini-Auditório
- Dissertação: Implementação de Políticas Públicas de Turismo: uma análise comparativa do Plano de Desenvolvimento Integral de Turismo do Maranhão (Plano Maior).
- Mestranda: Mirella Nascimento Carvalho
- Orientador: Prof. Dr. Luis Eduardo Aragón
- Banca: Prof. Dr. Armin Mathis - NAEA/UFPA e Prof. Dr. Gilberto de Miranda Rocha - NUMA/UFPA

 

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Publicações

• Inovação e Difusão Tecnológica para Sustentabilidade da Agricultura Familiar na Amazônia - Org. Francisco de Assis Costa, Thomas Hurtienne e Cláudia Kahwage


Este livro apresenta os resultados das pesquisas desenvolvidas em um dos braços do programa germânico-brasileiro Studies of Human Impacts on Forests and Floodplains in the Topics - SHIFT. Comprometidos com a avaliação de um pacote tecnológico para a prática de uma agricultura de pousio curto sem o uso do fogo, pesquisadores de diversas disciplinas e instituições, brasileiras e alemães, munidos de múltiplas metodologias, conduziram detalhados estudos de campo sobre a economicidade e a compatibilidade social ecológica das técnicas propostas. Trata-se de contribuição fecunda para a configuração de politicas mais eficientes na elevação da qualidade de vida das populações rurais da região, no que trata as suas gerações atuais e futuras.


• Comunicação e Meio Ambiente - Luciana Miranda Costa



O livro traz à tona a visão distorcida presente tanto nas campanhas ambientais quanto em programas de desenvolvimento rural na Amazônia: o estereótipo cultural e econômico presente na imagem do pequeno produtor rural da região. Aqui são abordados os desencontros entre políticas públicas de prevenção ao uso do fogo, o conteúdo e o formato de campanhas de comunicação, e as necessidades básicas do setor rural de pequena escala na Amazônia.
"Comunicação e Meio Ambiente" apresenta o maior trabalho feito até agora na busca das lições aprendidas através dos programas que surgiram nos últimos oito anos para abordar essa problemática, trazendo críticas e importantes sugestões para esta temática interdisciplinar.

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Curtinhas

 

****** Inscrições abertas para o Mini-Curso “Vídeo documentário: estratégias de abordagem”, que será ministrado pela Prof. Cláudia Khauage, de 24 a 26 de outubro. Entre os vídeos que devem ser analisados estão “Iracema: uma transa-amazônica”, “Maria das Castanhas”, “Fronteira Carajás” e “Mato eles!”. O mini-curso será das 14h00 às 17h00. Informações na secretaria de eventos do NAEA. O telefone é: 3201-7232.

****** A palestra "Efeitos de fogos consecutivos na dinâmica de uma floresta transicional na fronteira agrícola no Mato Grosso" será proferida por Prof. Ms. Jennifer Balch, no dia 10 de outubro, às 16h, no NAEA. Jennifer é parceira do Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia e doutoranda pela Yale University (EUA).

****** Estão à venda camisas e bolsas com o tema do NAEA. As camisas podem ser encontradas em todos os tamanhos nas cores preta e bege, custando R$12. As bolsas nas cores preta, marrom e bege, a R$15. Informações na livraria do NAEA.

****** Entre os dias 29 de novembro e 02 de dezembro Belém vai sediar o Seminário Internacional Cidades na Floresta. Os objetivos principais são promover intercâmbios entre instituições de pesquisa e sociedade civil sobre temas urbanos visando metodologias e abordagem sobre cidades e debater encaminhamentos inovadores na direção de pensar cidades sustentáveis dos pontos de vista econômico, social e ambiental. O evento será promovido pelo Projeto Cidades, sob a coordenação da Prof. Dra. Edna Castro.

****** O NAEA deve participar da VI Feira de Máquinas e Produtos do Setor Madeireiro, que acontecerá de 25 a 29 de outubro, pela primeira vez, em Belém. Juntamente com a Feira, será realizado o VII Congresso Internacional de Compensados e Madeiras Tropicais, no salão Carajás do Hilton Belém. O tema deste ano é “Atividade Florestal: Responsabilidade do Estado e da Indústria”, que tratará da necessidade do Estado eficiente e dinâmico para o desenvolvimento sustentado da atividade florestal.

****** Bastante produtivo o "Seminário Indígenas e Pesquisas Recentes no NAEA", organizado pela Prof. Dra. Ligia T. L. Simonian. O evento aconteceu no dia 12 de setembro e contou com a participação do artista plástico Pituko Waiãpi; do Prof. Dr. David McGrath; do Prof. Dr. Juarez Carlos Pizzuti, entre outros. O encerramento foi feito com uma instalação, em que os participantes usavam cocares, em homenagem aos indígenas.

****** O trabalho do Prof. Dr. Gilson Costa, ‘Desenvolvimento Rural Sustentável com Base no Paradigma da Agroecologia’, está sendo divulgado em todo Brasil. Ele foi convidado para dar uma palestra no seminário de abertura da posse de 180 novos agrônomos no Brasil. O evento será dia 08 de novembro, no Incra de Brasília – DF.

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Expediente

NÚCLEO DE ALTOS ESTUDOS AMAZÔNICOS
Coordenadora: Edna Castro
Vice-Coordenador: Thomas Hurtienne

Folha do NAEA, ano 1, edição 4, setembro de 2006.
Textos: Dayane Baía e Otacílio Amaral
Edição: Otacílio Amaral
Webdesigner: Dayane Baía
Webmaster: Marcelo Lavareda Santos

Esta é uma publicação virtual mensal do NAEA-UFPA.
Os contatos devem ser feitos pelo:
Fone: (91) 3201-7231
Fax: (91) 3201 7677
E-mail: folhadonaea@ufpa.br

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