O diretor do Naea, prof. Durbens, participou da abertura do Fórum

 Dois dias de discussões sobre Cultura no Naea.

Durante os dias 16 e 17 de março, o Naea se tornou pólo de discussões sobre cultura e cidadnia. É que nesses dias foi realizado o Fórum Paraense de Pontos de Cultura. Ao final do encontro pontos de cultura foram criados para estimular o acesso à cultura, promoção da cidadania e valorização às manifestações culturais locais. O objetivo é envolver a comunidade e assim motivar cidadãos a criar, praticar e reinterpretar a cultura. O encontro promoveu a troca de experiências, esclarecimento de dúvidas, além de debater as perspectivas e os desafios nos projetos.

“As entidades envolvidas como pontos de cultura, além de executarem o trabalho no território, elas também assumem o compromisso de trabalhar em rede, criam a rede numa região, num estado e ocorre uma troca de experiência. Então de tempos em tempos essas experiências se reúnem para discutir”, disse Alberdan Batista, Representante da SCDC/MinC, sobre o encontro paraense dos pontos de cultura. Alberdan Batista também comentou sobre as particularidades de cada projeto e o poder de transformação que eles promovem. “Cada um desses pontos trabalha uma linguagem, pode ter um ponto de cultura que trabalha teatro, outro pode trabalhar dança, inclusão social, várias linguagens. O que os unifica é a compreensão de que elas estão num território, onde não se concorda com tudo o que acontece, mas se dispõe a trabalhar, pra mudar uma realidade. Se eles não vão conseguir mudar todo o bairro ou toda a cidade, eles se prontificam a atingir um determinado público”.

Cultura Viva - Para realizar as atividades, os projetos recebem um financiamento governamental. Segundo Alberdan, os pontos de cultura precisam prestar contas de como investem esses recursos. O princípio que isto se coloca é baseado na lei Cultura Viva, que já foi aprovado como marco legal, portanto possui uma constituição jurídica e ao final disso também existe a prestação de contas.  “Essa prestação é feita através da apresentação de notas fiscais, listas de presenças, contagem de quantas oficinas foram feitas, quantas pessoas participaram e cada atividade deve ser registrada em fotos e vídeos. Há também o processo de avaliação, tanto com o jovem que participa do ponto quanto com a família desse jovem, se ao participar das atividades melhorou seu desempenho escolar e familiar”.

Texto: Ana Laura

Foto: David 

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