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Brasil ultrapassa meta da OMS para cesarianas

Aumento no número de cesáreas coloca em xeque as políticas públicas.

O aumento no número de cesarianas no Brasil e, em especial no Estado do Pará, acarretam consequências para a saúde materna e infantil, além de representar um dos grandes desafios em relação às políticas públicas de saúde. O Paper "Cesarianas epidêmicas”: fatores sociodemográficos e Políticas Públicas de saúde materno-infantil no estado do Pará, de autoria dos pesquisadores do Naea Tamara Faria e Luis Eduardo Aragón Vaca, é uma análise da quantidade de cesarianas realizadas no Pará no período de 2008 a 2012 e dos fatores sociodemográficos relacionados a esse fenômeno. Esses números são comparados em nível mundial e em relação aos parâmetros estabelecidos pela Organização Mundial de Saúde. Os resultados revelam que a realidade paraense é muito semelhante à realidade nacional, a qual está muito aquém dos índices considerados como toleráveis pela OMS, o que tem resultado em custos humanos e financeiros que precisam ser encaradas para que se possa mudar esta realidade. São apresentadas também as principais políticas públicas de saúde utilizadas para o enfrentamento deste problema no estado do Pará. Conclusões e recomendações são feitas para que se avance em futuros estudos de natureza empírica.

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